no mundo

ONU: Brasil tem maior produção per capita de lixo eletrônico e baixa prioridade da indústria e governos

Seguido do México e da China (0.4 kg/cap·ano), o Brasil (0.5 kg/cap.ano) é o maior produtor per capita de resíduos eletrônicos entre os países emergentes, segundo o mais recente estudo da ONU sobre o tema. O Brasil também foi cotado como campeão em outro quesito: faltam dados e estudos sobre a situação da produção, reaproveitamento e reciclagem de eletrônicos: China, Índia, Argentina, Chile, Colômbia, Marrocos, África do Sul e até mesmo o México realizam e centralizam mais informações sobre a gestão de resíduos eletrônicos em seus países que nós, parafraseando um famoso jornalista, isso é vergonhoso! | mais >

Ensaio Fotográfico da problemática do lixo eletrônico em Gana

Via o site Pristina.org, o ensaio fotográfico do Andrew McConnel sobre a situação do lixo eletrônico na África impressiona. O local retratado é um conhecido destino de resíduos eletrônicos em Agbogbloshie, perferia da capital de Gana, Accra. Para saber mais sobre a precária situação do lixão de eletrônicos em Gana veja essa reportagem do jornal alemão Der Spiegel: em inglês (conteúdo aberto), em português (conteúdo fechado) | mais >

Chile: um outro modelo de discussão e construção das políticas públicas de resíduos eletrônicos

Enquanto no Brasil ainda temos mobilizar manifestos on-line para incluir os eletro-eletrônicos na categoria de resíduo especial de logística reversa obrigatória na Política Nacional de Resíduos Sólidos, no Chile um Sistema de Gestão de Resíduos Eletrônicos está sendo construido numa mesa de discussão entre o Conselho Nacional do Meio Ambiente, a Plataforma LatinoAmericana de Resíduos Eletrônicos e a Indústria Eletro-Eletrônica. | mais >

VI Oficina Internacional de Integração Regional para a Gestão de Resíduos Eletrônicos na América Latina e Caribe

A Plataforma de Residuos Eletrônicos para América Latina e Caribe (RELAC IDRC/SUR) apresenta a Sexta Oficina Internacional "IntegraçãoRegional para a Gestão de Residuos Eletrônicos na América Latina ", que se realiza agora, nos dias 16, 17 e  18 de novembro na Cidade do Panamá.

Uca Silva, a coordenadora do projeto, apresenta agora os objetivos da Plataforma Regional de Resíduos Eletrônicos para América e Latina: difundir iniciativas, agregar atores e gerar discussão para a construção de soluções adequadas para o correto tratamento final dos resíduos de equipamentos eletro-eletrônicos em toda a região. | mais >

Começou o IV Congresso Online da CiberSociedade!!

Participe das discussões e fóruns de nosso Grupo de Trabalho sobre Resíduos Tecnológicos!!

Acesse aqui a página inicial do Congresso em português aqui e a página de nosso GT aqui.

Leia os estudos que nos foram enviados, há também vídeos e relatos de experiências. Você tem alguma idéia do que fazer com o lixo eletrônico? DIvulgue, Compartilhe, Discuta!! E fique atento à programação:

Dia 19/11 (quinta-feira): Chat Internacional sobre Resíduos Eletrônicos às 15:00 (Horário de Brasília);
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Arranjos produtivos locais e sustentabilidade

Depois de três semanas sem postar, estou em dívida com os leitores do Lixo Eletrônico. Mas a ausência aconteceu por um motivo justo: estava em Copenhague para o lançamento de uma competição de blogueiros sobre mudanças climáticas por conta da Conferência da ONU sobre o clima, a COP15.

Foram três dias de muita atividade na capital dinamarquesa, com palestras e uma visita à ecovila de Dysselkilde. Numa percepção mais alargada, podemos dizer que o tema dos resíduos eletrônicos forma um bom casamento com a discussão sobre o aquecimento global e a interferência humana no ambiente.

É possível traçar alguns paralelos entre a sustentabilidade verificada na ecovila e uma maneira inteligente de lidar com o descarte tecnológico. Em Dysselkilde vivem 170 pessoas e 70% dos adultos trabalham ou obtém seu sustento no local. Ou seja, arranjos produtivos locais são imprescindíveis para uma cadeia produtiva mais sustentavel.
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Lixo eletrônico no Paquistão

O Greenpeace publicou um ensaio de Robert Knoth, sobre o lixo eletrônico que é exportado ao Paquistão:

Milhares de toneladas de lixo eletrônico - como PCs descartados, telefones celulares e TVs - são despejados na África e na Ásia a cada ano. Nossa pesquisa mostra que um pouco desse lixo é exportado para o Paquistão.

No distrito de Lyari em Karachi, centenas de trabalhadores, incluindo adolescentes, ganham a vida desmontando o lixo eletrônico e extraindo componentes valiosos como cobre para vender. (Este ensaio) é um panorama do custo pessoal do lixo eletrônico.

Os fabricantes podem ajudar a garantir que o problema do lixo eletrônico tóxico seja resolvido. Veja quais são as empresas que estão fazendo mais nesse sentido.

60 Minutos

Felipe Albertão deu a dica: a emissora norte-americana CBS News dedicou uma edição do premiado programa 60 minutos à questão do Lixo Eletrônico. Vale a pena assistir.


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Gana e o lixo eletrônico: Poluição, Crimes e Doenças

Estudantes da Universidade da Columbia Britânica (Canadá) pesquisaram o caminho dos resíduos eletrônicos enviados à Gana, na África. O panorama é desalentador: pessoas trabalham, comem, vivem no mesmo ambiente de depósito de lixo eletrônico (a céu aberto), não há medidas de segurança de trabalho no processo de remanufatura, a contaminação ambiental e humana é evidente.
O estudo aponta para outro tema problemático: HDs não são desmontados mas vendidos a alto preço para um mercado ilegal de recuperação de dados pessoais e financeiros. Fato que reitera a posição de Gana como um dos primeiros países em número de crimes na internet. | mais >

Consumo consciente, Reutilização maximizada, Reciclagem dentro da própria cadeia produtiva: boas idéias praticadas na Califórnia

Com a missão de diminuir o volume gerado de lixo eletrônicio, o Conselho de Manejo Integrado de Resíduos da Califórnia atua em três frentes: consumo, reutilização e reciclagem. O programa de consumo (e-purchasing) baseia-se num sistema de certificação da indústria que segue 8 diretrizes ambientais definidas pelo Conselho, a adoção de embalanges menores, de material reciclado-reciclável e o incentivo à aquisição de produtos que consumam menos energia elétrica em seu funcionamento; | mais >

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